Ora aqui está, digamos, uma cadeia interessante.
Antes de mais, aproveito para mandar um beijinho para uma senhora muito simpática que tive o enorme prazer de conhecer, que é a mãe da Jonas. Sim, foi esta senhora que me passou o testemunho. Sem dizer um palavrão irei então passa-lo às próximas 5 pessoas.
Olho então para o lado e tenho na mesa de cabeceira dois livros: o desgraçado do “Crónica de Uma Morte Anunciada” do Gabriel García Márquez, e digo desgraçado, porque cada vez que pego nele para o acabar de ler, depois de ler umas páginas, há-de aparecer sempre outro que quero ler primeiro.
Só de olho, vejo que pela espessura não deve ter as 161 páginas. Next…
Abro então “Os Contos de Maldoror” de Isidore Ducasse.
“Escutai-me pois, e não coreis, ó inesgotáveis caricaturas do belo, que tomais a sério o ridículo zurrar da vossa alma, sobejamente desprezível, e que não compreendeis por que motivo o Todo-Poderoso, num raro momento de excelente paródia, que decerto não ultrapassa as grandes leis gerais do grotesco, se deu um dia ao mirifíco prazer de mandar que um planeta fosse habitado por seres singulares e microscópicos, chamados humanos, e cuja matéria se assemelha à do coral vermelho.”
E as vítimas são:
O Pedro, que ainda hoje estive com ele e me disse que não tinha nada para escrever no blog dele.
O Alexandre, que anda empenhado no doutoramento dele e só arranja tempo para concertos e viagens.
O Nuno, que me há-de dizer: - Oh “murcão”, não tens mais nada para fazer?
O Ricardo, que desde ontem que está um bocadinho mais livre para estas coisas.
O BPedro, que já muito tempo que não lhe ponho a vista em cima e continuo com saudades das cervejitas.
Vá pessoal, parece que as regras são em pegar no livro mais próximo, abri-lo na página 161 e transcrever a quinta frase dessa página. E depois se tiverem com paciência passam-no a 5 pessoas.





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